Como um botão de flore
Jóia do jardim proibido
Ternura de cada sentido
Só tu és verdadeira
Só tu és a derradeira
Virtude das virtudes
Pureza
És da bondade a beleza
Constróis a felicidade na tristeza
És um raio de luz
Este que ateia e reluz
Que aos impuros seduz
Pureza
És da consciência a leveza
Da ignorância a incerteza
Da certeza a ingenuidade
Vives feliz sendo ambígua
Sendo indiferente à universalidade
Elevas o espírito ao auge do poder
Elevas a alma ao auge da humildade
A mente em liberdade
Vivendo eternamente na generosidade
De se ser feliz sem saber
O que dói o que é sofrer
Pureza,
és a inocência
Dos que vivem como se nada nunca acabasse
Um horizonte de um Éden
Onde corres em prados como se a luz nunca terminasse

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